quarta-feira, 10 de junho de 2009

domingo, 7 de junho de 2009

Cachecol de tricot feito nos dedos






Nada é por acaso...Destino...Coincidência...
Bom, o post vai ficar looooongo demais se eu começar a filosofar, então vou logo contar a historinha.
Estava eu no armarinho onde costumo comprar minhas coisinhas, quando chegou ao meu lado uma moça muiito simpática, com um cachecol lindissimo no pescoço.
Como eu sou muito despachada ou cara de pau mesmo, não sei, fui logo perguntando se ela tinha feito com agulha circular.
-Que nada! ela me respondeu. Foi feito nos dedos.
Abri a boca, meu queixo caiu e pedi pra ela me ensinar. Não é que a linda e simpática mocinha me ensinou na hora?
Vim pra casa e comecei a fazer. O resultado está aí. Esses são só os dois primeiros porque além de ficar lindo é altamente viciante.
Agora, preciso contar outra historinha. A linda e simpática moça, já foi citada até no Superziper, tem um blog lindo, faz coisas fofíssimas e mora aqui, na minha cidade!!!
Como se não bastasse, ela não guarda o que sabe fazer somente para si. Ao contrário faz questão de espalhar. Creio que ela acredita mesmo nas palavras "é dando que se recebe", ou "a gente colhe o que planta" ou ainda..."faça aos outros o que deseja que lhe façam"...Mas aqui já é outra história e recado, que não tem nada a ver com a linda e já querida Dani Barros. :)

Quem quiser aprender, o vídeo está AQUI. Bons tricots!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Gola ou cachecol...De novo!






Quero mudar um pouco as postagens, colocando, por exemplo bolsas ou outra coisa qualquer, mas as encomendas de golinhas e cachecóis estão me tomando todo o tempo.
Bom porque entra um dinheirinho extra na minha bolsinha...e agradeço a Deus por isso. Sempre! :)


Terminei esse...e já comecei outro.


"Quando irmãos gêmeos estão no útero e um deles nasce - Sara lembrava-se de ter escutado essa história certa vez -, o gêmeo que fica para trás assiste ao desaparecimento de se único companheiro e sente uma agonia quase insuportável de tão devastadora. Só depois de alguns minutos é que ele vai entender que o irmão não morreu, muito pelo contrário, que o amigo desaparecido está bem mais perto do que ele pode supor. Isso, de acordo com a história que Sara ouvira, é também o que acontece na morte de verdade e no mundo que virá. O fato de vermos as pessoas desaparecerem não quer dizer que elas tenham sumido de fato. Elas estão mais perto do que podemos imaginar".

Apesar da autora "viajar" muito, é um livro que se quer ler até o final.
Quer saber qual comecei a ler? Olhe ali, do lado direito.
Estou gostando demais desse!


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