Gorrinho e luvinhas fashion pra minha nova princesa.
Ela ficou uma verdadeira princesa. Ou seria anjo?
Beijo!
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O enfeite que fiz pra enfeitar a porta do apartamento na maternidade e que agora está na porta do quarto de Marina, foi bem diferente do que costumamos ver por aí.
Ainda bem que ficou ao gosto da cliente: Gabriela Super Exigente. :P
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Ando fazendo muitas coisas ao mesmo tempo e junto com o nascimento de Marina, não tenho tido tempo de postar. Farei o possível pra ir mostrando tudo aos poucos. E agora com a facilidade de programar as postagens(já existia isso e eu não sabia???), talvez eu consiga tirar um dia inteiro só pra postar tudo...:)
Fiz essa caminha pra Zara ficar quentinha no inverno. Acontece que ela prefere a caminha velha e quem tem usado essa é Theodoro ou Tito. Ah...ainda nem apresentei Tito a vocês. Ou já? O gatinho que achei na praia e trouxe pra casa comigo. Levado, alegre, carinhoso e implicante com Theo. Brinca o tempo todo com Zara, mas quando vai pro lado de Theo, eles brigam até não poder mais. Hoje eu pensei que fosse acontecer uma tragédia aqui em casa entre os dois.
Então é isso: Marina, Camila, Theodoro, Tito, Zara e Duquinha (teve que vir morar aqui porque no sítio ele estava sendo perseguido por Luma).
Jesus! Quanto bichinho, não? Mas existe coisa melhor?
Além de todos eles, estou sem faxineira, sem passadeira e às vezes me dá vontade de fugir de casa...:)
Mas Deus tem me dado força e eu estou conseguindo conciliar as coisas. Quase todas as coisas...:)
Beijo!
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Com certeza, a importância depende de suas prioridades. Para muitos, o
importante é ter um bom emprego, aquele que vai garantir seu sustento e
de sua família para o resto da existência, fazer uma boa poupança,
galgar espaços mais altos, dedicando seu tempo a se aprimorar e subir.
Para outros, o importante pode ser a fama. Ser reconhecido nas ruas, ser
estrela, em qualquer lugar em que esteja. Superar obstáculos, viver sob
os refletores. Ser estrela deve ser bom mesmo. Estar sempre rodeada de
pessoas, nunca estar sozinho, mesmo que não signifique exatamente não
ser solitário. Mas isso já é outra coisa. Pode se estar solitário em
meio a um milhão de pessoas.
Importante também pode ser ter um marido. Constituir uma família,
ostentar um sobrenome. Lavar, passar e cozinhar, cuidar de casa. Fazer
bolo de fubá nas tardes de domingo, (enquanto reclama que a sogra não
vai embora nunca). Ter filhos, vê-los crescer e repetir a sua história.
E, se acaso o relacionamento acabar, ser sempre a “ex de” que já rende
um bom status.
Mas, algumas coisas são realmente importantes, tipo, imprescindíveis,
entende? Fazer o tal bolo de fubá, enquanto conversa com a sogra sobre
como o marido era na infância. Elogiar o macarrão dela.
Imprescindível é acordar de madrugada para ouvir seus filhos contando de
seu dia. Assistir desenho animado, tentar responder todas as suas 499
dúvidas sobre a criação do homem e do universo. Brincar com os filhos no
meio da festa de aniversário. Mas brincar de verdade. Estilo, comercial
de Omo (se sujar faz bem). Amar incondiconalmente. Sem restrições,
ainda que conheça seus defeitos, suas limitações. Ainda que eles sejam
tudo o que nunca sonhou para você.
Imprescindível, mesmo que o casamento vá muito bem, é ligar no meio da
tarde para dizer que o ama. Sussurrar segredos no meio do expediente,
ficar falando bobagens pelo MSN enquanto a noite não vem. Comprar uma
lingerie nova, fazer surpresas. Buscar inovar. Mas, também, estar ao
lado dele quando as luzes se apagarem. Ficar, quando todos forem embora.
Sentir os olhos marejados d´agua, ao ver que “seu velho” não consegue
nem mais levantar-se da cadeira sem ajuda, mas amá-lo mesmo assim.
Imprescindível é poder enumerar os amigos que fez em todos os empregos
pelos quais passou. Amigos mesmo, não aqueles de oportunidade. Amigos de
boas e péssimas horas, aqueles que, não estando perto, sentirão sua
falta. Lembrarão de você. E estarão em seu enterro, ainda que a fama e o
poder já tenham passado. Imprescindível, na verdade, é o que bom se
possa fazer e o amor semeado, aqui e ali.
Lindo texto de Suzy Monteiro. Leia mais aqui.
É uma jornalista muito competente essa moça.
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